Legalização em prol da saúde
Enviado em 22 de Novembro de 2008
Publicado por Andréa Alves | Enviar por e-mail
| Hits para esta publicação: 77
A legalização da maconha ou a não legalização não impede o seu uso como alucinógeno, mas certamente impede seu uso terapêutico.
Discriminada no Brasil desde que foi trazida pelos escravos, a cannabis sativas é associada a “vagabundagem”, mas a verdade não é bem essa.
Estudos comprovam suas propriedades terapêuticas e o uso em determinados pacientes mostram eficácia em algumas doenças, sendo até liberada em alguns países para este fim.
O THC é o princípio ativo mais estudado, mas existem outros componentes com possíveis usos terapêuticos, como o canabiol.
O uso do THC em forma de pílula pode ser utilizado para combater as náuseas e os vômitos causados por tratamentos contra o câncer. Também é usado para o tratamento de doentes com AIDS, porque ajuda o paciente a comer melhor e manter o seu peso.
Esses são apenas alguns dos usos terapêuticos da cannabis sativa, popularmente conhecida no Brasil como maconha.
A sua legalização poderia ajudar centenas de pessoas que estão doentes, mas a hipocrisia impede que isso ocorra. É preferível achar que a maconha é consumida apenas por aquele “mulatinho favelado”, por ser algo ilegal e que apenas a liberação fará que ela possa fazer parte do meio social da dita “high society”.
Liberação consciente é muito melhor do que a proibição total e o consumo indiscriminado.