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Ops! Perdão…

Geisy Arruda x Uniban

uniban

No dia 22 de outubro, a estudante de Turismo Geisy Arruda, de 20 anos, foi hostilizada por alunos da Uniban, onde também é estudante, por estar trajando um vestido, segundo eles, curto demais.

Estamos no Brasil, onde a todo momento vemos seios e nádegas expostos em propagandas nas ruas, nas revistas, jornais e principalmente na TV. Então, o fato de uma menina estar usando um vestido que nem era tão curto assim é motivo para uma agressão verbal e quase física caso os policiais militares não chegassem à tempos.

A aluna foi expulsa da Universidade Bandeirante de São Bernardo do Campo, no domingo 8 de novembro através de manifestação publicitária paga pela própria entidade e na segunda 9 de novembro foi reintegrada à instituição.

E tudo isso dentro de uma universidade que possui 35 cursos que não conseguiram notas de avaliação pelo MEC, sendo que a maioria deles nem foram avaliados por falta de requisitos báscios e 12 dos avaliados conseguiram apenas 2.

O Ministério Público, a OAB, a Delegacia da Mulher, o Procon, a UNE e o MEC estão instalando inquéritos para investigar o caso e pedem explicações à Uniban, não só pelo fato da expulsão, mas também porque apenas 10 dos 700 alunos que participaram da confusão foram punidos e agora porque reintegraram a Geisy à faculdade sem maiores justificativas.

Na tarde de hoje, a reitoria disse que houve uma “reflexão” e que a medida “disciplinar” foi trocada por uma “educativa”, segundo nota dada no site G1.

Mas o fato é um só, nem que a estudante estivesse nua nas dependências da faculdade, justificaria tais manifestações. Será que o estatuto da Universidade prevê expulsão para toda e qualquer aluna que traje roupas curtas, os advogados da instituição alegaram que a moça levantou a saia no meio do corredor, mas que saia? Se ela usava um vestido. E por que tiveram que chamar a polícia militar para escoltá-la para fora do prédio? Onde estavam os professores, coordenadores, diretores, reitores da Universidade? Tal instituição educacional não possui segurança própria?

Se roupa curta incapacitasse qualquer pessoa de cursar e muito menos de concluir um curso superior, certamente eu não teria concluído a minha primeira faculdade e não estaria cursando a segunda, isso é fato.

Andréa Alves - Jornalista (segundo o STF)

Beijosmesegue @deaalves

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BBB_olho

Quando falamos do reality show Big Brother Brasil, logo vem à mente, homens e mulheres com o corpo esculpido e com a cabeça vazia, Caímos no velho ditado, “por fora bela viola, por dentro pão bolorento”.

Porém, engana-se quem pensa dessa forma. O programa é sim um show de narcisismo, mas também é um jogo onde a inteligência é o seu principal aliado.

Não seria um preconceito afirmar que uma pessoa não possa ser bonita e inteligente ao mesmo tempo? Se inteligência não é o forte do programa, como se explica a vitória de André Dhomini, Diego Alemão e Max Porto? Participantes como o Dr. Rogério Padovan, Dr. Marcelo Arantes e Ralf Krause, se não fossem inteligentes, como montariam verdadeiras táticas de guerrilha, já que foram dentro da casa, reconhecidamente grandes estrategistas?

O Big Brother nada mais é do que um War televisivo, onde os participantes recrutam aliados, montam estratégias para eliminarem os inimigos e vão ganhando território, que nesse caso são os telespectadores, cada um deles pode ser considerado como um país conquistado.

Se formos preconceituosos ao ponto de acharmos que uma pessoa que possui beleza não pode ser inteligente, podemos então, até imaginar que se nos fosse possível teríamos que optar entre beleza e inteligência, isso quer dizer que cada um de nós teríamos que admitir que somos feios ou somos burros. Contraditório, não acha?

Então, em um anúncio de emprego, quando se lê no jornal que, além de um bom currículo, precisa-se também de boa aparência, toda a população seria inapta de preencher qualquer vaga.

Quando um participante do programa mostra-se inteligente e declara que sua maior estratégia para vencer o reality é usar a inteligência, já é visto com outros olhos pelos mesmos telespectadores, que acusam ser o Big Brother um show de exibicionismo.

Analisando o caso de participantes como Dr. Rogério Padovan (BBB 5), Dr. Marcelo Arantes (BBB 7) e Ralf Krause (BBB 9), notamos nitidamente que, quando se mostraram estrategistas e líderes natos, foram imediatamente colocados no paredão pelos participantes que se sentiam ameaçados e em seguida foram excluídos da casa pelas pessoas que consideram ser este um programa de futilidades.

Vai entender!

Em contraponto, temos as vitórias de André Dhomini (BBB 3), Diego Alemão (BBB 7) e Max Porto (BBB 9), que foram inteligentes o suficiente para não demonstrarem tanta inteligência no começo do jogo. Fizeram-se de injustiçados e perseguidos, já que o trio citado bateu recordes de paredão em suas edições, sendo que apenas nos últimos instantes é que deixaram transparecer que tudo era um jogo, um jogo de carisma, um jogo de estratégias bem definidas e bem sucedidas. Como podemos dizer que são desprovidos de inteligência depois de literalmente “levarem no bico” todo um país?

Isso é para poucos, meus caros!

Temos de aceitar que os fatos falam por si e, apesar de haver vários critérios para a escolha dos participantes do Big Brother, é certo que muitos são escolhidos sim pela beleza, afinal, ninguém quer ver gente feia na TV, mas muitos outros são escolhidos também, além da beleza, pela inteligência, que é o principal fator que os fazem ser notados pelo grande público.

Parafraseando Diego Alemão, “o prego que se destaca é o que leva mais marteladas”.

Beijosmesegue @deaalves

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PS: Retórica em defesa da existência de vida inteligente no BBB!

Finalmente dever cumprido!

Agradecimentos… @FelipeVoigt (por me aguentar nas madrugadas… pela paciência… pela acidez que me adoça e principalmente pelas dicas) @mauriciodesousa, @astridfontenell , @janainajacobina, @LeoJaime, @Ticostacruz, @roxmo, @nubiaoliiver1, @marcelozulu (pela colaboração nos depoimentos)…

E finalmente… obrigada meninas pelo belo trabalho… mesmo no sufoco… mesmo na correria… mesmo no eco das dúvidas… Obrigada acima de tudo pela confiança que depositaram em mim!

Então só me resta dizer… ESTOU FELIZ DA VIDA… certeza de que nada foi em vão.

Beijosmesegue @deaalves - Jornalista (segundo o STF)

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cinema nacional

O cinema nacional por muitos anos foi visto com maus olhos por todos nós, e também não era pra menos, os filmes conhecidos como pornô-chanchadas acabaram com as expectativas.

Um bom tempo depois dessa fase, na década de 90 especificamente, com o lançamento de O Quatrilho e a indicação ao Oscar, fez que o cinema nacional fosse notícia novamente, mas ainda estava bem longe de ser o que é hoje.

Infelizmente O Quatrilho tinha cara de minissérie global, e também não era para menos, fora produzido pela Globo Filmes, com alguns dos principais atores globais compondo o quarteto de protagonistas.

Foi então que o novo milênio trouxe boas novas para nossas telonas, finalmente nosso cinema mostrou algo de relevante, contando histórias de todos os gêneros e o estereótipo de minisséries foi sendo esquecido, não totalmente, mas em boa parte.

Hoje, não consigo me referir ao Cinema Nacional sem citar filmes em que estejam três atores em especial, Rodrigo Santoro, Wagner Moura e claro Selton Mello. Particularmente acho que já virou uma regra, filme que é bom tem que ter obrigatoriamente algum deles no elenco.

Você está duvidando? Eis as provas, Bicho de Sete Cabeças (Rodrigo Santoro), Deus é Brasileiro (Wagner Moura), Carandiru (Rodrigo Santoro e Wagner Moura), Tropa de Elite (Wagner Moura), Caramuru – A Invenção do Brasil, O Auto da Compadecida e Meu Nome Não é Jonnhy (Selton Mello) e o recente Os Desafinados (Selton Mello e Rodrigo Santoro).

Fácil, não foi? Essa foi a prova, pena ainda não ter um filme com os três, certamente sucesso absoluto. Não que os outros filmes sejam de má qualidade ou não tenham nada de interessante, mas quando esses três estão no elenco parece que explode, nitroglicerina pura.

Óbvio que não posso deixar de citar sucessos como Eu Tu Eles, Cazuza – O Tempo Não Pára, Cidade de Deus, 2 Filhos de Francisco, O Ano Em Que Meus Pais Saíram De Férias, entre outros, mas o diferencial parece estar no elenco, todo esse ai possuem um elenco de peso como Paulo Autran, Raul Cortez, Lima Duarte, Regina Casé, Fernanda Montenegro, mas parecem não ter um ‘borogodó’, que os três possuem.

Existem ainda os exemplos dos atuais sucessos de bilheteria como, Se Eu Fosse Você 2 e Divã, mas isso é um caso a parte, há pessoas que gostam de ver novela na tela do cinema, mesmo, fazer o que né, tem gosto pra tudo.

Bem, e para você que ainda tem pré-conceitos e preconceitos quanto a ir ao cinema assistir um filme nacional, para de besteira e prestigie o que temos de bom, há tempos que já somos respeitados internacionalmente, mas aqui parece prevalecer aquele velho ditado, ‘santo de casa não faz milagre’.

Triste, mas infelizmente tem sido assim, então cabe à você fazer a diferença. Assista à filmes nacionais, eles são bem dirigidos, com fotografias espetaculares e um elenco, na grande maioria, de primeiro escalão.

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Anjos e Demonios 1

Sobre Anjos e Demônios, inspirado na obra do escritor Dan Brown, muito se falou, muito se ouviu, mas por quê?

Por hipocrisia, talvez, de uma entidade tão acusada por seus crimes, que hoje é neurótica, egocêntrica e com mania de perseguição.

Por que cargas d’água esse filme está sendo amaldiçoado pela Santíssima Igreja Católica? Bom, não entendi, se alguém puder desenhar eu agradeço…

Mas vamos ao que interessa realmente, o filme.

Incrível, indescritível, instigante, inteligente e inigualável…

Juro! Por todo o filme eu achei que o bandido fosse outro, que o bom moço fosse outro, que tudo fosse outro e como era de se esperar, como já seria uma tradição se colocarmos em cheque O Código Da Vinci, no final o fim é diferente, de tudo aquilo que você ousou pensar por 120min, o que decide mesmo todo o estratagema, todo o conteúdo são os últimos 20min, como em uma final de Copa do Mundo, de 140min totais, fica tudo nos 20, na decisão por pênaltis.

Confesso que, preciso assistir ao menos mais uma ou duas vezes, afinal são muitos detalhes, muitos pontos que acabam passando despercebidos pela ansiedade. E ao contrário de alguns, senti falta sim, muita falta dos ‘desenhos’ que pairavam no ar, fazendo as associações, não que fosse ajudar muito quem não estava entendendo nada, mas gostava de ver como a cabeça do Robert Langdon, vivido maravilhosamente por Tom Hanks, funciona.

E por falar em Hanks, quem não se lembra dele em Forrest Gump – O Contador de Histórias, onde fazia o papel de um rapaz ‘especial’ com o QI abaixo da média? Bem, agora ele faz o papel de um renomado professor de Harvard.

Moral da história?

Quem nasceu Forrest Gump, um dia será Robert Langdon!

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final

“Escolhi alguém que tinha o meu perfil. Ela tem um estilo mais parecido com o meu por sua impetuosidade e vontade de fazer acontecer.”, foi essa a frase usada por Roberto Justus para justificar sua decisão pela estudante de Publicidade e Propaganda, Marina Erthal de 20 anos.

A torcida que lotou o Memorial da América Latina, em São Paulo, na noite desta última quinta feira, 28, contestou a decisão.

Claudio Forner, o conselheiro, defendeu a postura das meninas na última prova, na qual tinham que arrumar uma forma de voltarem do Chile ao Brasil sozinhas e sem dinheiro.

“Elas foram guiadas pelo objetivo de vencer o desafio, chegar a São Paulo o quanto antes. Estavam liberadas para fazer o que fosse necessário para isso, por isso não feriram nenhuma ética. Creio que 95% da população brasileira ficaria no Chile porque não conseguiria superar este desafio”, disse Forner.

Enquanto esperava, Roberto Justus aproveitou para provocar alguns dos ex-aprendizes: “Você tem alguma coisa para reclamar, João?”, disse a João Granja, candidato demitido após contestar a idoneidade do programa. “Taila, quem vai ganhar o Aprendiz, já que você é boa de falar quem vai sair?”, provocou, lembrando da lista de demitidos que vazou para a imprensa, supostamente pela ex-candidata. Ela negou que tenha divulgado qualquer lista e Justus afirmou acreditar em sua palavra.

Karina Ribeiro foi a escolha de Walter Longo, baseado em sua melhor capacidade de trabalhar em equipe e foi ovacionado. Após o término do programa, Longo reafirmou a sua escolha, porém mostrou-se tranquilo quanto a possiblidade em trabalhar com a vendecora Marina Erthal.

“Só eu sei tudo o que fiz para conseguir alcançar esse objetivo. Me surpreendi comigo mesma. Tenho 20 anos e consegui derrotar candidatos mais velhos e mais experientes do que eu. Sou muito competente”, afirmou Marina Erthal.

Além de vencer o programa, a matogrossense Marina, saiu de lá com R$1 milhão além de um emprego com salário de R$ 10 mil por pelo menos um ano.

Como aconteceu nas edições anteriores, ao final do programa, Justus anunciou que as inscrições para a próxima edição já estão abertas. O Aprendiz 7 seguirá a fórmula da temporada atual e será exclusivo para universitários.

As inscrições já podem ser feitas no site do Aprendiz 7.

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justus - justus

Hoje começa a 6ª edição de o Aprendiz, dessa vez contando com 18 candidatos universitários. Tanto Roberto Justus, como a própria Rede Record afirmam que esta será a edição mais excitante do programa.

Após 6 anos de programa Roberto diz ter se surpreendido com os participantes, segundo ele os universitários expressam mais as suas emoções, quando ganham ficam mais felizes, quando perdem se decepcionam mais, o que não aparentava tanto nas outras edições, talvez por serem os candidatos já profissionais e terem medo de se expor e passarem por fracos.

De acordo com o blog do programa, o episódio de hoje contará com muita emoção. No primeiro bloco Justus revisará algumas escolas em que estudou, inclusive a universidade Mackenzie, onde formou-se.

A primeira tarefa dividirá os candidatos em duas equipes e eles terão que criar, administrar e promover um quiosque em duas praias de São Sebastião, litoral Norte de São Paulo

O objetivo será vender uma ou mais receitas da linha Doritos Lovers. O vencedor será o grupo que tiver a melhor idéia para a criação do espaço, organização, promoção, número de vendas e as receitas mais adequadas e criativas.

A primeira sala de reunião acontecerá hoje mesmo e um dos candidatos já será eliminado da disputa.

Fonte: Blog da Produção - Aprendiz 6 Universitário

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Selton Mello interpreta Jean Charles de Menezes, o brasileiro que foi morto no metrô de Londres por policiais no ano de 2005. O filme que leva o nome de Jean Charles estréia nas telonas dia 26 de junho.

No elenco estará a prima de Jean, Patrícia Armani, que fará o papel dela mesma. Além dos já conhecidos atores Daniel Oliveira, Vanessa Giácomo e Luis Miranda.

O filme é produzido pelo cineasta britânico Stephen Frears (dos premiados “A Rainha” e “Ligações Perigosas”) e dirigido pelo brasileiro radicado em Londres, Henrique Goldman (de “Princesa”).

Fonte: G1

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O Festival Ibero-Americano de Publicidade - FIAP fará 40 anos em 2009, em comemoração à data criou o Hall da Fama, Salón de Fama de Iberoamérica, que premiará os 40 melhores profissionais, agências, campanhas e filmes da América Ibérica, além de Portugal, da Espanha e dos Estados Unidos, nos últimos 40 anos

Todos os vencedores já são conhecidos e seus nomes podem ser conferidos no site do FIAP, o Brasil contou com a maior representação, foram 13 premiados. As homenagens e exposições dos trabalhos acontecerão no dia 7 de maio, no hotel Sheraton de Buenos Aires.

Dentre os 13 brasileiros que entraram para o Hall da Fama do FIAP, Washigton Olivetto levou cinco prêmios: como profissional, com a campanha de Bom Bril, com o comercial “Valisère - Primeiro Sutiã”, com o comercial “Hitler”, da Folha de S.Paulo, e com o comercial “A Semana”, da revista Época.

Para ele foi pedido que enviasse para a exposição de Buenos Aires, que posteriormente rodará o mundo, cenas que representassem cada uma de suas inclusões no Hall da Fama, todas feitas com mãos. Olivetto enviou estas aqui:

Washington Olivetto
Washington Olivetto

Campanha Bom Bril
Campanha Bom Bril

Filme “Valisère – Primeiro Sutiã”
Filme “Valisère – Primeiro Sutiã”

Filme “Hitler”, Folha de S.Paulo
Filme “Hitler”, Folha de S.Paulo

Filme “A Semana”, revista Época
Filme “A Semana”, revista Época

Se quiser ler este post na íntegra escrito pelo próprio Washington Olivetto CLIQUE AQUI.

Fonte: Blog do Washington Olivetto

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(Andréa Alves e Nágila Câmara)

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